Magistrados e promotores participam de protesto em Vitória/ES

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Mais de 200 integrantes da Magistratura e do Ministério Público do Espírito Santo participaram da manifestação popular neste domingo (04/12) contra a aprovação do Projeto de Lei nº 4850/16, que desfigurou o texto original das “10 medidas contra a corrupção”. O ato aconteceu simultaneamente em 90 cidades do país.


Vestindo camisetas e levando cartazes defendendo a magistratura e o MP, membros da AMAGES, da Associação do Ministério Público do Estado do Espírito Santo (AESMP), da Associação dos Magistrados do Trabalho (AMATRA) aderiram em peso ao convite para reforçar o protesto contra a inclusão da responsabilização criminal de Juízes e integrantes do Ministério Público.


“Não Vão nos Calar! Não vão nos intimidar! Não Vão nos diminuir! Este é um protesto conjunto. Somos um só e viemos aqui ara reunir à população contra essa tentativa do Congresso de diminuir as forças do Judiciário”, disse a presidente da AMAGES, Ezequiel Turíbio.


O presidente da Associação dos Juízes Trabalhistas no Espírito Santo, Marcelo Tolomei, destacou que a manifestação é apenas um ponto de partida para os próximos protesto do Judiciário: “não acaba aqui e teremos novos protestos específicos em torno desta pauta”, afirmou.


Magistrados e integrantes do MP concentraram-se em frente ao Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, vestiram-se com camisas de protesto e carregaram cartazes com dizeres “Não vão nos calar”. Nas camisetas, estava estampado: “Juízes contra a corrupção” e “Não Vão Nos intimidar”


Para a Procuradora de Justiça Catarina Cecin Gazele, atualmente membro mais antigo do Ministério Público do Espírito Santo, com 39 anos de atuação, “O que o Congresso quis foi cortar nossas garantias e enfraquecer o Ministério Público. É importante que eles saibam a voz do povo brasileiro”.


Para o grupo que se reuniu em Vitória, a votação na Câmara dos Deputados teve a intenção de intimidar a ação de Magistrados e Promotores.


No último sábado (03/12), a operação Lava-Jato foi eleita pela principal ONG de incentivo ao combate à corrupção, a Transparência Internacional, como a “maior iniciativa contra a corrupção no mundo”. A escolha reforça o apoio internacional que a operação recebe.

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Mais de 200 integrantes da Magistratura e do Ministério Público do Espírito Santo participaram da manifestação popular neste domingo (04/12) contra a aprovação do Projeto de Lei nº 4850/16, que desfigurou o texto original das “10 medidas contra a corrupção”. O ato aconteceu simultaneamente em 90 cidades do país.


Vestindo camisetas e levando cartazes defendendo a magistratura e o MP, membros da AMAGES, da Associação do Ministério Público do Estado do Espírito Santo (AESMP), da Associação dos Magistrados do Trabalho (AMATRA) aderiram em peso ao convite para reforçar o protesto contra a inclusão da responsabilização criminal de Juízes e integrantes do Ministério Público.


“Não Vão nos Calar! Não vão nos intimidar! Não Vão nos diminuir! Este é um protesto conjunto. Somos um só e viemos aqui ara reunir à população contra essa tentativa do Congresso de diminuir as forças do Judiciário”, disse a presidente da AMAGES, Ezequiel Turíbio.


O presidente da Associação dos Juízes Trabalhistas no Espírito Santo, Marcelo Tolomei, destacou que a manifestação é apenas um ponto de partida para os próximos protesto do Judiciário: “não acaba aqui e teremos novos protestos específicos em torno desta pauta”, afirmou.


Magistrados e integrantes do MP concentraram-se em frente ao Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, vestiram-se com camisas de protesto e carregaram cartazes com dizeres “Não vão nos calar”. Nas camisetas, estava estampado: “Juízes contra a corrupção” e “Não Vão Nos intimidar”


Para a Procuradora de Justiça Catarina Cecin Gazele, atualmente membro mais antigo do Ministério Público do Espírito Santo, com 39 anos de atuação, “O que o Congresso quis foi cortar nossas garantias e enfraquecer o Ministério Público. É importante que eles saibam a voz do povo brasileiro”.


Para o grupo que se reuniu em Vitória, a votação na Câmara dos Deputados teve a intenção de intimidar a ação de Magistrados e Promotores.


No último sábado (03/12), a operação Lava-Jato foi eleita pela principal ONG de incentivo ao combate à corrupção, a Transparência Internacional, como a “maior iniciativa contra a corrupção no mundo”. A escolha reforça o apoio internacional que a operação recebe.

 

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